À tarde, de outras tardes quaisquer,
O balanço continua a oscilar,
E quem o faz, lembra de alguém.
Um amor deixado para trás.
Uma oportunidade que o tempo não traz mais.
O sorriso e ternura de um certo rapaz.
Mas quem adivinharia que tudo passaria tão rápido?
Naquele momento conseguia enxergar com clareza
Quantas oportunidades foram perdidas,
Quantas palavras não foram ditas,
Quantas ações foram reprimidas.
Sentiu-se incapaz de entender...
Algo que antes parecia ser complicado,
Era agora tão claro!
Já não fazia sentido ter calado.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Balanço II (Peres\Markus)
À tarde, o balanço oscila.
E a jovem que o faz, viaja...
Nos altos e baixos, atos e talhos da vida.
Deseja um bom futuro, pensa em soluções,
Resguarda seus arrependimentos
- são apenas devaneios –
Aceita o que foi feito.
Descuidada lembra-se de um amor.
Recorda sua infância e o inocente fervor que sentia ao vê-lo.
Sente certa vergonha por hoje não sentir apenas o coração sem freio.
Deseja muito mais que beijos.
Está incerta do desejo.
Espera que seja verdadeiro.
E a jovem que o faz, viaja...
Nos altos e baixos, atos e talhos da vida.
Deseja um bom futuro, pensa em soluções,
Resguarda seus arrependimentos
- são apenas devaneios –
Aceita o que foi feito.
Descuidada lembra-se de um amor.
Recorda sua infância e o inocente fervor que sentia ao vê-lo.
Sente certa vergonha por hoje não sentir apenas o coração sem freio.
Deseja muito mais que beijos.
Está incerta do desejo.
Espera que seja verdadeiro.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Balanço I (Peres/Markus)
É manhã e o balanço, estático,
Espera a tarde chegar,
E quem quer que seja, venha sentar-se.
Para pensar na vida, na morte,
Na dor ou no amor.
O balanço não dita sua própria trajetória.
Quem o usa, balança como quiser.
Recorda ou planeja sua história.
Porque o balanço é a propulsão,
Que ao mesmo tempo em que nos faz lembrar,
Nos deixa sonhar, desejar.
A decisão é de quem balança.
Hoje, é para trás...
Ou para frente?
Espera a tarde chegar,
E quem quer que seja, venha sentar-se.
Para pensar na vida, na morte,
Na dor ou no amor.
O balanço não dita sua própria trajetória.
Quem o usa, balança como quiser.
Recorda ou planeja sua história.
Porque o balanço é a propulsão,
Que ao mesmo tempo em que nos faz lembrar,
Nos deixa sonhar, desejar.
A decisão é de quem balança.
Hoje, é para trás...
Ou para frente?
terça-feira, 28 de abril de 2009
Tal.
Mesmo com o dia cheio,
Corrido, difícil, sacal...
Arranjo um tempo para lembrar da tal.
Tal que melhora meu humor,
Torna-me um ser melhor.
Que me molda sem saber.
Deitado, momentos antes de dormir,
Penso no dia que passou,
Nos dias que estaremos juntos...
Eu e essa tal de Alegria.
Alegria que me falta.
Corrido, difícil, sacal...
Arranjo um tempo para lembrar da tal.
Tal que melhora meu humor,
Torna-me um ser melhor.
Que me molda sem saber.
Deitado, momentos antes de dormir,
Penso no dia que passou,
Nos dias que estaremos juntos...
Eu e essa tal de Alegria.
Alegria que me falta.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Evasiva.
Pense estrategicamente como poderás lidar.
Esconder-se em si...
Deixar todos acreditarem que não passastes por aqui.
Esquecer algumas vivências...
Simplesmente fazer as malas e partir.
Fazendo-as parecer cheias demais para caberem arrependimentos.
Não sabe quando volta,
Muito menos se volta.
Esconde a saudade e não chora.
Tomar decisões é difícil.
Por isso pareces teimosa,
Diz-se preguiçosa, distraída.
Ah, mas conheço bem...
É tudo fuga.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Boca Rosa.
O rubro da rosa já não me comove mais, a rosa está despetalada.
O teu sorriso sereno continua belo, contudo já não me satisfaz.
Prendo-me a realidade para não enganar meus sentimentos.
És linda e formosa, mas não a tenho.
Assim me ocorre o mesmo drama da rosa que perde sua corola.
Enquanto viva é amor, morta é dor.
Sinto-me inteiro com a dor...
Por saber o que a atenuaria.
Amando, sinto-me em pedaços...
Por não saber o que fazer para estar junto a ti.
Sei que este caminho que tua boca rosa traça não me leva ao teu encontro.
Assim, prefiro ficar aqui, parado, onde o amor não possa ver-te.
Onde eu descanse em paz.
O teu sorriso sereno continua belo, contudo já não me satisfaz.
Prendo-me a realidade para não enganar meus sentimentos.
És linda e formosa, mas não a tenho.
Assim me ocorre o mesmo drama da rosa que perde sua corola.
Enquanto viva é amor, morta é dor.
Sinto-me inteiro com a dor...
Por saber o que a atenuaria.
Amando, sinto-me em pedaços...
Por não saber o que fazer para estar junto a ti.
Sei que este caminho que tua boca rosa traça não me leva ao teu encontro.
Assim, prefiro ficar aqui, parado, onde o amor não possa ver-te.
Onde eu descanse em paz.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Ignorante no quesito amor.
Logo quando avistei, prontamente quis tê-la em meus braços.
Loucamente me declarei e ouvi a pior resposta de minha vida.
A pressa de querer amar me deixou assim... sozinho.
Depois de algum tempo conheci um outro alguém.
Porem a lembrança daquele antigo amor não correspondido tomou conta de mim.
O medo de amar me deixou assim... sozinho.
O tempo passou e de lá para cá ouvi muitos conselhos de amigos.
Mas só com a vida percebi que nunca amei.
Amor é amar... não importa se estou ou não com meu amor.
Loucamente me declarei e ouvi a pior resposta de minha vida.
A pressa de querer amar me deixou assim... sozinho.
Depois de algum tempo conheci um outro alguém.
Porem a lembrança daquele antigo amor não correspondido tomou conta de mim.
O medo de amar me deixou assim... sozinho.
O tempo passou e de lá para cá ouvi muitos conselhos de amigos.
Mas só com a vida percebi que nunca amei.
Amor é amar... não importa se estou ou não com meu amor.
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